


Na passada segunda-feira dia 20-10-25, teve lugar na sede de agrupamento, uma sessão de âmbito motivacional à qual se chamou de mesa-redonda, enquadrada no projeto do Departamento das Artes, “Arte de, e para todos”. O convite foi dirigido a todos os docentes, técnicos e assistentes operacionais.
Refletindo sobre a escola, a sociedade, a função da docência e os papéis daqueles que constituem esta comunidade, debateram-se conceitos ligados à ideia de felicidade, criatividade e ciência. Nesta tertúlia, estiveram presentes quatro ilustres convidados, a professora doutora Carla Pereira, o professor doutor Jorge Humberto Dias, o professor doutor Jorge Marques da Silva e o ilustre artista autodidata José Veiga Freire.
Esta mesa-redonda, enquadrada no projeto “A escola como incubadora de artistas (ainda) sem nome”, foi um espaço de reflexão, trocas, debate, desafios e partilhas tendo por base a questão: Qual a escola que queremos?
Foi consensual a ideia de que se pretende a escola como espaço onde se privilegia o bem-estar, as relações positivas, a escuta ativa, a cooperação e o sentimento de pertença, escola essa, de sucesso e para o sucesso tendo sido referidos estudos que sust
entam a relação entre alta performance e felicidade. Falou-se da importância da criatividade e da necessidade transversal desta competência em todas as áreas da atividade humana sobretudo num presente marcado pela galopante importância da inteligência generativa. Olhando a arte como um veículo potenciador de sinergias entre indivíduos, foi com um sorriso nos rostos que se escutou o discurso inspirador do Artista José Veiga Freire, podendo in loco não só apreciar a sua arte, mas assistir à demonstração da sua peculiar técnica.
Lançaram-se sementes de pensamento, trocaram-se sorrisos de reflexão, pintou-se sem tintas… espera-se ter inspirado e motivado todos os presentes, artistas (ainda) sem nome, a dar voz aos seus eus e participar nos mini gatilhos da criatividade, mas sobretudo integrar com a sua obra, a exposição dos artistas (ainda) sem nome.

Graça Lima